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“Se Exército tiver de intervir, será para fazer cumprir a Constituição”, diz o general Villas Bôas


Esta postagem foi publicada em 5 de julho de 2018 Destaque Inicial 2, Slide Topo.

O comandante do Exército brasileiro, o general Eduardo Villas Bôas, falou muito nesta quinta-feira (5) numa cerimônia em homenagem ao soldado Mário Kozel Filho, morto em 1968, durante a ditadura, após um ataque da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária).

Segundo o general, há uma identificação na população com os valores das Forças Armadas e uma ânsia pelo reestabelecimento da ordem.

Os destaques de seu discurso:

“Eu nem vejo um caráter ideológico nisso. Mas, de qualquer forma, as Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições”.

“Sempre o Exército atuará sob a determinação de um dos Poderes da República, como aconteceu agora, por exemplo, nessa greve dos caminhoneiros”.

“Quem interpreta que o Exército pode intervir, é porque não conhece as Forças Armadas e a determinação democrática, de espírito democrático, que reina e preside em todos os quartéis”.

Os brasileiros perderam a confiança uns nos outros e estão muito carentes de “disciplina social”. “Isso nós podemos medir em grandes eventos como a Copa do Mundo. Está totalmente diferente a reação da população”, citou.

Para Villas Bôas, o Brasil está na “iminência de algo muito grave acontecer, que é a perda da nossa identidade”.

“São Paulo deve, novamente, liderar uma arrancada de desenvolvimento de nosso país, a locomotiva, como fez a partir de 1932. O Brasil precisa de São Paulo, de seus valores, de seu empreendedorismo, de sua capacidade de inovação”.

“Este evento significa a celebração de valores e deve motivar nosso pensamento, nossa análise, para que fatos como esse não venham se repetir no futuro”.

“Aquele incidente com o soldado Kozel, vítima inocente do terrorismo, nos obriga a exercitar o maior ativo humano – a capacidade de aprender. Agora é um momento que nos aconselha, aos brasileiros e às instituições, a prudência nos ânimos”.

Villas Bôas

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