Facebook Twitter Google+ email



PM analisará ações com polícia paraguaia para evitar “guerra do tráfico” na fronteira


Esta postagem foi publicada em 17 de junho de 2016 Coberturas, Slide Topo.
Comandante afirmou que se necessário haverão ações extras em conjunto - Foto: DivulgaçãoComandante afirmou que se necessário haverão ações extras em conjunto – Foto: Divulgação

O comandante do 4° Batalhão de Polícia Militar de Ponta Porã, Waldomiro Centurião, destacou nesta quinta-feira (16) em entrevista ao Dourados News que sua equipe analisará com a Polícia Nacional do Paraguai a necessidade de mais ações conjuntas tendo em vista a segurança na fronteira.

Segundo ele, será feito um levantamento do impacto da morte Jorge Rafaati Toumani para o crime organizado e o que isso pode acarretar.

“Nós vamos debater junto a polícia Paraguai o melhor a ser feito, mas para isso precisamos conhecer a fundo essa situação e o que ela envolve para um planejamento. Nossa busca é pela paz social e tranquilidade das pessoas e seguiremos com esse foco”, comentou.

Ele enfatizou que o trabalho em conjunto entre os órgãos de segurança já acontece e que se necessário será realinhado.

Para ele, a análise do fato mostrará se é preciso maior envergadura das forças conjuntas. “Nós já atuamos juntos, com auxílio e suporte que vem de ambas as partes. Se for preciso atuar mais veementemente será feito”, pontuou.

O comandante ressaltou que equipes estiveram em rondas e em alerta para o velório e enterro do narcotraficante, tendo em vista segurança aos participantes, residências e comércio do local, situado na avenida Brasil em Ponta Porã. Conforme ele, o temor era de algum imprevisto, porém, houve tranquilidade.

“A atenção era a proteção a algum atentado e isso não só com familiares e amigos da vítima, mas sabendo que pode ‘esbarrar’ em quem está ao redor e não tem nada a ver. Não foi registrado nenhuma situação de risco”, comentou.

O caso

Jorge Rafaat Toumani foi assassinado a tiros na noite desta quarta-feira (15) em Pedro Juan Caballero, por volta das 18h30, ao sair de seu escritório situado na rua Teniente Herrero na cidade paraguaia que faz fronteira com o Brasil através de Ponta Porã.

Conforme mostrado pelo Dourados News, ele foi morto em uma emboscada por um grupo de pessoas que portavam fuzis AK 47 e Mag anti-aérea e metralhadoras.

Nesta quinta-feira (16), a polícia apreendeu Sergio Lima dos Santos, 34, um dos suspeitos de participar da execução do narcotraficante. Ele teria sido ferido por seguranças de Rafaat durante o ataque.

Jarvis teria orquestrada a ação da morte de Rafaat junto com integrantes da facção criminosa brasileira PCC (Primeiro Comando da Capital).

Facebook Twitter Google+ linkedin email More

Nenhuma banner para exibir

Notícias em Destaque