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Mourão diz que nomeação de Marun foi ‘prêmio’, ‘não foi ética’ e defende que Bolsonaro reveja ato


Esta postagem foi publicada em 2 de janeiro de 2019 Política, Slide Topo.
Carlos Marun durante cerimônia de transmissão de cargo de ministros no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta quarta-feira (2) — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O vice-presidente, Hamilton Mourão, classificou como um “prêmio” de Michel Temer a Carlos Marun a nomeação do ex-ministro emedebista para Itaipu Nacional. Na avaliação do vice, “não é ilegal, mas não foi ética”.

Mourão disse que, na reunião ministerial desta quinta-feira (3), o assunto pode ser discutido. Ele defende que o ato seja revisto. O presidente Jair Bolsonaro já disse que vai passar um pente-fino nas decisões do antecessor.

“Pode não ser ilegal, mas não foi ética. Todo mundo sabe que o ex-presidente fez isso como prêmio. Depende (a anulação do ato ou não) do presidente, amanhã na reunião ministerial pode ser um tema, Onyx ficou de levar o que precisa ser feito”, disse Mourão. Ele diz que vai argumentar pela anulação do ato.

Nesta quarta-feira (2), Carlos Marun entregou o cargo na Secretaria de Governo ao seu sucessor, general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Durante solenidade de transmissão de cargo no Palácio do Planalto, Marun elogiou a gestão de Michel Temer. Disse que o emedebista aprendeu a navegar na “tempestade” e ressaltou que a gestão que se encerrou recuperou o país.

“Saímos coma sensação não só do dever cumprido, mas também da vitória”, declarou Marun.

G1

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