O maqueiro foi flagrado por um perito criminal que estava de plantão.

De acordo com esse perito, o homem estava mantendo relações sexuais com um cadáver do sexo feminino enquanto aguardava a realização dos exames de necropsia dentro de uma sala.

Wanderley tentou contornar a situação, mas o caso foi encaminhado para a direção do Departamento de Polícia Técnico e Científica (DPTC).

Crime

O caso pode ser enquadrado no crime de vilipêndio de cadáver com pena de um a três anos de prisão. Após a decisão, um inquérito foi aberto para verificar se houve outras práticas do mesmo crime, levando em consideração que o maqueiro trabalhava no IML desde 2015.

A Polícia Civil vai fazer uma investigação em torno do caso e a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas (SSP/AM) informou que o DPTC tomou todas as providências cabíveis sobre a situação.

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